Financiamento de Energia Solar: como funciona, quais bancos operam e o que avaliar antes de contratar

Financiamento de Energia Solar: como funciona, quais bancos operam e o que avaliar antes de contratar

Guia prático sobre as opções de crédito para financiamento de energia solar sem comprometer o caixa

O investimento em energia solar residencial fica entre R$ 12.000 e R$ 25.000 para a maioria dos casos que a Excelência atende, dependendo do porte do sistema. Para muitas famílias, esse valor à vista não está disponível imediatamente. O financiamento existe exatamente para essa situação.

A lógica do financiamento de energia solar

Financiamento de energia solar funciona de forma diferente de outros empréstimos porque o sistema que você está comprando gera economia imediata na conta de luz. A parcela do financiamento pode ser parcialmente ou totalmente coberta pela redução na fatura.

Para que essa lógica funcione, a parcela mensal do financiamento precisa ser menor do que a economia gerada pelo sistema. Se o sistema economiza R$ 350 por mês na conta de luz e a parcela do financiamento é de R$ 250, o impacto no orçamento mensal é positivo desde o primeiro mês, mesmo antes do payback ser atingido.

Principais linhas de crédito disponíveis

BNDES (linhas indiretas): o BNDES financia projetos de energia renovável por meio de bancos credenciados: Banco do Brasil, Caixa, Santander, Bradesco e cooperativas como Sicredi e Sicoob. As taxas costumam ser mais baixas do que o crédito convencional porque o recurso vem de funding específico para energia renovável.

Banco do Brasil: tem linhas específicas para energia solar tanto para pessoa física quanto para produtores rurais, com prazos e taxas que variam conforme o perfil do cliente.

Bancos privados (Santander, Bradesco e outros): oferecem financiamento com prazos de 24 a 60 meses. As taxas variam bastante entre instituições. Vale pesquisar e comparar antes de fechar.

Financiamento direto pelo instalador: algumas empresas têm parceria com financeiras e oferecem crédito na própria contratação. A conveniência é maior, mas as taxas costumam ser mais altas do que as linhas bancárias específicas para energia renovável.

O que verificar antes de contratar

A taxa de juros efetiva anual é o dado mais importante para comparar propostas. Não compare apenas a parcela mensal sem considerar o prazo total e o custo total do financiamento.

Verifique se há carência antes do início do pagamento. Alguns bancos oferecem 60 a 90 dias de carência, o que permite que o sistema seja instalado e comece a gerar economia antes de a primeira parcela vencer.

Confirme se o financiamento cobre o valor total do projeto, incluindo equipamentos e instalação. Alguns contratos financiam só os equipamentos, deixando o custo de mão de obra e projeto para o cliente separadamente.

A conta que você precisa fazer antes de assinar

Some o custo total do financiamento (parcelas vezes prazo) e compare com o valor do sistema à vista. A diferença é o custo do crédito. Depois, calcule a economia mensal estimada na conta de luz. Multiplique pelo prazo do financiamento. Se a soma das economias for maior do que o custo total do financiamento, o negócio faz sentido financeiro mesmo pagando juros.

Como a Excelência pode ajudar

A Excelência não é instituição financeira e não oferece financiamento próprio, mas orienta os clientes sobre as opções do mercado e faz a simulação de retorno considerando diferentes cenários de financiamento. Para entender quanto um sistema custaria com e sem financiamento no seu caso, fale pelo (11) 94227-2778 ou acesse excelencia.eco.br/contato/.

Perguntas frequentes

Financiamento para empresas é diferente do residencial? Sim. Empresas têm acesso a linhas específicas para pessoa jurídica, com prazos mais longos e, em alguns casos, taxas melhores por conta de programas de incentivo à eficiência energética. O BNDES tem linhas específicas para projetos de energia renovável em empresas de qualquer porte.

Pessoa com restrição no CPF consegue financiamento? As linhas bancárias exigem análise de crédito. Restrição no CPF tende a inviabilizar ou encarecer o crédito. Nesse caso, o pagamento parcelado diretamente com o instalador, quando disponível, pode ser uma alternativa, mas as condições variam por empresa.

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